Category Archives: Social

Ser social expressa a idéia de estar integrado em um meio vivente com seres semelhantes em volta. Convivência social significa estar integrado nesse meio interagindo com eles… Justifica o fato de ser a categoria mais utilizada.

Eventos, shows, passeios, bares, viagens, reuniões, rodinha de boteco, teatros, stand-ups, grupos de auto-ajuda e linchamentos estão nesta categoria. Não espere ficar sozinho…

Reticência

Reticência

reticência (latim reticentia, -ae, omissão, silêncio)

  1. Omissão voluntária do que se podia dizer.
  2. Atitude de hesitação ou de reserva em relação a algo.

Sei que muitas histórias foram escritas assim… só com reticências.

Dois anos em silêncio me renderam muitas coisas… Cresci e amadureci, como foi prometido. Melhor assim

Foi assim que aconteceu no passado. Não foi uma, mas algumas vezes… Uma vida fundada em idéias e planos jogada fora, sem que sequer o bagaço fosse aproveitado, como se o que havia sobrado de meu coração fosse deixado pra chuva levar. Insinuaram que me tornara um câncer.

Deixe a chuva levar o coração do tolo… Nunca gostara do mundo com cores. Quanto aos despertos arrependidos, obrigado por tudo e por nada… Arrependimento é uma das mais difíceis virtudes.

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Uma Viagem [nada] Qualquer (pt.2)

Uma Viagem [nada] Qualquer (pt.2)

Descolado, Punk e Inovador

O mais engraçado nos atrasos nos aeroportos são as pessoas. Quer dizer… Todas elas se sentem meio palhaças, e por conta disto acabam agindo como tais (inclusive eu).

Eu prefiro que vocês tirem suas próprias conclusões, afinal, qualquer pessoa que utilize ou já tenha utilizado o aeroporto de São Paulo sabe como funcionam os atrasos lá, aí me falem como foi a sua “interação com o meio”. Ainda que não sejam adeptas de aeroportos, é muito semelhante a estar em pé em um ônibus em plena hora de rush.

É como pobre em dia de chuva, que puxa assuntos completamente desconexos, como se você fosse vizinho dele por diversos anos… Eu rio.

No avião as coisas melhoram. É preferível o atraso dentro da aeronave do que no aeroporto. Isto provavelmente deve-se ao medo das pessoas a serem abandonadas em uma terra desconhecida, e a impressão de que, se for pra ser abandonado em algum lugar, pelo menos que seja em um meio de transporte… Isto poderia ser alvo de estudos. Seria mais seguro? Conclusões minhas, nada em especial.

Deixa pra lá. No avião busquei meios de ser descolado, punk e inovador. A parte de ser descolado é a mais fácil. Não que eu seja, mas só de observar uma pessoa descolada você entende o processo.

Ém mais ou menos assim, 90% das pessoas que se dizem descoladas só o são por se promover. Figurar como pessoa popular é realizar-se na forma que seja aceita pelo público alvo. Então, ser descolado, de forma direta, é ser egoísta da forma como a sociedade descreve. Como funciona? Basta acessar o Facebook (sucessor do Orkut).

Então tudo o que eu precisava fazer era achar um banheiro para tirar uma foto com meu celular (pela falta da câmera com 20.000.000 de mega-pixels).

Aí vem a parte de ser inovador. Já vi diversas fotos em banheiros com câmeras, inclusive, de celulares. Agora não me lembro de ter visto uma foto em um banheiro de avião. É inovação o suficiente para você? Aguarde o movimento punk >=).

Como conseguiria ser Punk? Não sei o que a Wikipedia tem a dizer sobre a conduta punk, mas na minha concepção um cara punk é aquele que não respeita as regras a fio, de forma que, sendo o avião um lugar cheio de regras, bastava eu procurar a menos prejudicial para fotografar… Não, não tirei fotos fumando. Antes de pensar em como fotografar, já estava desrespeitando uma regra. E quem me alertou disto foi a comissária, que pediu que eu desligasse o celular. BINGO!

O resultado esta aí… Uma foto descolada, punk e inovadora, para ser registrada neste blog.

É possível afastar o tédio… tenham fé xD.

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Uma Viagem [nada] Qualquer (pt.1)

Uma Viagem [nada] Qualquer (pt.1)

Enfim. Começam os meus dias de ócio, como planejado.

É certo de que aproveitarei, e a boa notícia é que descobri que a qualidade das fotos do meu celular estava no mínimo… Quer dizer, comprei o celular e tive a brilhante idéia de deixar tudo no mínimo para economizar a bateria, e a qualidade das fotos era um lixo. Graças a mulher gravida [que, ressalte-se, quase quebrou minha mão] descobri isto. Quer dizer que agora vou estar publicando fotos e filmando coisas em uma qualidade aceitável, e suficiente para se discernir um poste de uma pessoa (talvez nem tanto).

Por enquanto as coisas estão interessantes, comprei um postal e uma cerveja no aeroporto, e me surpreendi com duas coisas. Em São Paulo só vendia postais do Rio de Janeiro, e a cerveja à base de malte é tradicionalmente bebida quente. Não gostei das duas descobertas.

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Falsos Revolucionários da Geração Coca-Cola

Falsos Revolucionários da Geração Coca-Cola

Foto para a geração bolinho revolucionário ~ "Anarchist Muffins" by cloudhammock

Olha… Não sou a favor da Belo Monte, não sou a favor do desenvolvimento de energia de forma inconsciente e irresponsável, e sou totalmente contra a destruição do ambiente e da cultura indígena. Mas destaco a qualquer um que pergunte minha opinião, de que vídeos polêmicos na internet acerca de petições contra a Usina não impedirão estas de serem construídas, e digo mais, a assinatura da petição também não.

Quem resolveu isto foram os infelizes eleitos como representantes políticos. Eleitos para representar todas essas pessoas que concordam, ou não concordam, com este tipo de plano de desenvolvimento. A solução portanto está naquele momento chato e enjoativo de votar, mesmo sabendo que 98% daqueles candidatos sucumbirão ao sistema, ou mesmo já serão eleitos com este tipo de ideia…

Creio que, no fim das contas, seja essencial minimizar os impactos escolhendo os menos piores dos políticos. Até mesmo pelo fato de que, deixar que os outros escolham, e depois correr atrás de petições assinadas para impedir catástrofes ambientais e étnicas não tem surtido muito resultado… O que se observa pela atual instalação da Usina.

Protesto contra Belo Monte

Protesto contra Monte Belo Image by dccarbone via Flickr

As vezes acredito que a medida radical a ser tomada seria invadir o lugar onde está a Usina Hidrelétrica e quebrar tudo, no melhor estilo revolucionário/anarquista. Duvido que 10% das pessoas que são contra a Usina fariam algo assim, simplesmente porque é muito mais conveniente distribuir uma ideologia com a bunda sentada atrás do monitor, mesmo sabendo que não vai mudar p*rra nenhuma.

London anarchists

by Toban Black via Flickr

E não me venham com aquele papo ridículo de que as pessoas que colocam isto no mural do Facebook só o fazem para demonstrar que se importam. Essa geração Coca-Cola, tão proclamada em décadas passadas, não se importa com metade desses problemas. E ainda desta forma, as pessoas que não publicam podem também se importar, nas mesma medida que o bando de seguidores do FB e Twitter podem não dar a mínima para a Mata Amazônica. É a Realidade…

Ficar só olhando não vai ajudar, e meu comentário aqui também não. Mas duvido que videozinhos e críticas nas redes sociais mudem alguma coisa na construção das 60 Usinas floresta amazônica afora.

Querem mudar o país? Façam pelas de vias de fato. E interpretem como preferir…

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Um Forró pra chamar de cheio

Um Forró pra chamar de cheio

Fui no Forró do Praia Tênis Clube ontem.

Dancing with Flowers by Aznida M Razali

Ok, é certo de forrós não correspondem ao meu perfil, mas isto definitivamente não me impede de frequentar estes lugares. Os que me conhecem, sabem o quão contraditório posso ser quando estou com dor de cabeça. Além do mais, preciso de referências para organizar os Forró Zueira’s, e nada melhor do que começar por um evento grande e com quatro trios populares de forró (fui descobrir isso lá, destaque-se) para isto.

Vou começar a falar do evento pelos seus pontos positivos, porque eu me diverti um bocado nas vésperas de finados.

Não sei se foram as companhias (mentira, sei que foram as companhias), ou o clima fantástico da noite, sei que o calor nem me incomodou tanto. A música estava boa, os grupos musicais ajudaram muito, com simpatia e boa música.

“Peraí…como é que é? Forró, como boa música… Tiago, você bebeu? ~Ahan… Mas depois de já ter elogiado a música, que de fato estava boa.”

O espaço era bacana, mas infelizmente fumantes me atrapalharam em ser simpático o tempo todo. Maaaaas… A noite foi legal.

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Um Festa de Arromba [a Wild Party]

Um Festa de Arromba [a Wild Party]

“Já posso cortar ‘dar uma festa de arromba‘ da minha lista de coisas a fazer antes de morrer”.

Ok, é fato de que as coisas não foram 100% como eu esperava (e planejava), mas como diria um amigo meu, lá do Sul do país, “uma festa de verdade requer uns 80% de improviso, porque se a festa ocorrer exatamente do jeito como foi planejada, é sinal de que ela foi chata”. É com base nisto, e no verbete “você tem que relaxar” do Marco Antônio, que não estou me martirizando pelos ridículos problemas técnicos do computador… No fim das contas, o baile bombou.

Muita gente foi, a crítica foi positiva, muitas das pessoas que eu queria que estivessem ali também estavam. Pro meu primeiro baile acho que valeu muito a pena… aprendi a gostar de forró :p.

Já posso pensar em organizar o próximo… Naldo, bora organizar com antecedência. xD O próximo será ainda melhor.

Gostaria a princípio de agradecer ao pessoal da Arquitetura da Dança pelo espaço, suporte e todas as outras rasgações de seda, dignas de serem trazidas aqui.

Agradecer também aos bolsistas da Renata Barcelos, pela presença, bom humor, simpatia e boa vontade. No melhor estilo Billy Joel: “It’s Still Rock and Roll to me”.

Semana de chuva pra toda a galera. Aproveitar o ensejo do Forró, e vou publicar uma das músicas que bombou lá no baile =D

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Um baile no fim do mundo

Um baile no fim do mundo
Terceira Ponte em Vitória-Vila Velha, Espírito...

Terceira ponte - Image via Wikipedia

Tive a graciosa oportunidade de conhecer um baile no município de Vila Velha. Ok, é pretensioso demais dizer que o baile é no fim do mundo só porque moro em Vitória, até mesmo pelo fato de já ter ido a locais muito mais longe  que Vila Velha.

O fato é que [com o devido respeito aos anfitriões, que me receberam com uma simpatia descomunal para o povo capixaba] demoramos quase 30 minutos para achar o local, mas valeu a pena, este foi, com certeza, um dos bailes o qual vou me recordar pelo entretenimento e boa conversa dos bolsistas que lá estavam, eles foram muito receptivos, e tive a fantástica experiência de dançar West Coast :)

Para os que não conhecem, vou publicar o vídeo… e aproveitando o ensejo, vou pedir minhas desculpas pela ausência no blog… monografias se alimenta do baço e tempo de pessoas… Estou conseguindo salvar meu baço… mas meu tempo não está tendo tanta sorte.

Pu*a mer*a! Estou apredendo a dançar isto… E digo que é legal pra caramba :p

Segue a versão original da música, com devidos louros ao The Fray :)

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